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Violência contra homossexuais

30 de Novembro de 2010

Posso dizer que sou um sujeito feliz por ter uma lista extensa de amigos, alguns dos tempos de colégio, outros da faculdade e outros provenientes de minha vida adulta entre Rio de Janeiro e São Paulo.

E mais feliz fico em saber que eu e minha família podemos contar, incondicionalmente, com pelo menos uns vinte, os chamados amigos do peito.

E entre esses, quatro são gays.

Não sei se você, leitor, tem amigos gays. Também não sei se o fato da pessoa ser homossexual é motivo impeditivo para desfrutar de sua amizade.

Se for, lamento, mas você precisa meditar sobre essa questão e descobrir o que o leva a pensar assim.

As constantes notícias veiculadas na mídia, denunciando as mais torpes violências contra homossexuais, foram mais uma vez postas em evidência com os atos praticados por três rapazes militares no Rio de Janeiro contra um jovem desarmado que, após ser covardemente agredido e cair ao chão, levou um tiro na barriga.

Nem vamos analisar a brutalidadeda ação, pois, uma das principais características de todas as espécies de crimes ocorridos nos dias de hoje é a crueldade com que são praticados.

Com relação ao assunto desse artigo, é difícil compreender porque um homossexual deve (por uma parte da população) ser encarado e tratado como um delinquente, ou portador de doença infecto-contagiosa.

De que maneira, ele pode interferir na sua vida ou na minha, caro leitor?

O que ele ou qualquer um faz entre quatro paredes é assunto privado e não prejudica a vida de ninguém.

Tenho grandes amigos homossexuais que frequentam a minha casa e recebem de minha parte, minha mulher e meus filhos todo o carinho que deve ser dedicado àqueles que nos são caros.

Na minha modesta opinião, os grandes inimigos da sociedade são representados pelos maus caráteres, os maus políticos,os pedófilos, os assassinos, os espancadores de mulheres, os “portadores de preconceitos” e todos os demais da mesma laia.

E esses tipos de ervas daninhas existem em qualquer raça, cor, religião ou sexo.

Alarmante nisso tudo é o fato de que a maioria das manifestações e crimes homofóbicos é praticada por jovens, prova cabal de que a insanidade vem sendo herdada pelas novas gerações e o preconceito está muito longe de desaparecer.

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